Redes Sociais Segmentadas funcionam? Uma breve análise

Programa de Afiliados Clickmagic

O conceito de Redes Sociais de Nicho, ou Segmentadas, é familiar para todo mundo aqui? Bom, não custa nada gastar uma linha com uma definição rápida:

Redes Sociais de Nicho são formas de representação dos relacionamentos entre seres e/ou grupos que tenham interesses bem específicos.

Pois bem. As Redes Sociais de Nicho podem parecer muito bizarras. Imagine uma rede de donos de cães chihuahua do Estado de São Paulo; ela realmente não fará sentido para você que não tem e/ou não gosta de cachorrinhos desta raça. Mas, acredite, ela é um prato cheio para companhias paulistas especializadas em ração para cães de porte pequeno. Assim como existe este exemplo, esta mesma realidade pode ser atrelada ao assunto de seu blog ou site.

redes_sociais

Tamanho não é documento, e isso serve para redes sociais de nicho também.

Outro obstáculo é o medo. Muitas empresas, blogueiros e webmasters hoje olham para Facebook, MySpace, Linkedin, e pensam: "Só se eu fosse maluco me atreveria a criar uma rede social específica para meu público. Seríamos esmagados".

Não é bem por aí e eu tentarei explicar os porquês.

Benefícios, vantagens e importância das Redes Sociais de Nicho:

  • Conectam pessoas que geralmente não se conhecem. Nas Redes de Massa (a.k.a Orkut e Facebook), o comum é adicionar o amigo da escola, da faculdade, do trabalho, da academia, da vizinhança... Nas redes de nicho, pessoas se conectam porque têm interesses comuns, permitindo que se desenvolva um relacionamento offline. Já ouviram a máxima "Internet: aproxima quem está longe e afasta quem está perto"? Acho que nesse contexto poderíamos falar "Redes de Nicho: aproximam quem está longe. Redes de Massa: afastam quem está perto".
  • Alcançam audiências interessadas, desenvolvendo sinapses online inteligentes.
  • Agregam conversações relevantes que não dão espaço para o famigerado "Oi te achei muito lindo(a), me add".
  • Nicho não significa 3 pessoas. Um nicho pode ser bem populoso, ele somente não se enquadra nos merchans do Faustão e do Milton Neves.

Visto isso, alguns passos básicos devem ser seguidos no momento de concepção de uma Rede Social de Nicho:

  1. Engajar: Construir um relacionamento não se faz do dia para a noite. Disponha de tempo e repertório para lidar com sua comunidade.
  2. Ouvir e ser ouvido: Fale, mas também escute. Afinal, você criou uma rede para conhecer mais sobre os hábitos e necessidades dos participantes.
  3. Focar na comunidade e não na ferramenta: descubra o que é mais útil e acessível para seu nicho. Está perdido e quer uma dica: as comunidades Ning são suficientes na maioria dos casos.
  4. E agora, sim, a perfurmaria: depois de cumprir todos os passos acima, lembre-se de que o objetivo é conectar pessoas. Crie plataformas wiki, chats, fóruns, comunidades, álbum de fotos, canais de vídeos...

Até agora fizemos comparações e suposições. Escolhi um exemplo do mundo real que me agradou bastante e me convenceu como um bom modelo a ser seguido. A IBM possui uma rede social voltada exclusivamente para Desenvolvedores, de todo o mundo, inclusive aqui do Brasil. Estamos falando da DeveloperWorks.

A DW é uma plataforma que agrega uma série de recursos para os profissionais que a integram. Ao criar o seu perfil, você tem acesso a:

  • Grupos
  • Blogs
  • Artigos
  • Downloads
  • Wikis
  • Fóruns
  • Podcasts/Webcasts
  • Faqs e Biblioteca técnica
  • Códigos
  • Newsletters
  • E mais.

Além disso, a rede promove concursos para seus membros e o melhor: ao participar, você entra na mira na IBM, que monitora toda a atividade da rede.

Todo mundo ganha

Para resumir, posso afirmar categoricamente que com redes sociais de nicho, todo mundo sai ganhando:

  • o participante, que encontrou um lugar que agrega pessoas semelhantes;
  • o "Dono" da rede, que gera tráfego qualificado e que pode ganhar um bom dinheiro do...
  • ...anunciante, que se for esperto, tem a galinha dos ovos de ouro na mão no quesito segmentação. E, para ser esperto, ele deve entender que aqui a publicidade é puro conteúdo, e que os reclames do tipo "ô lê lê, ô lá lá, vamos faturar" devem ficar de fora.

Este post foi publicado pela autora Marcela Daniotti no site Imasters e adaptado por Adriano Luz para este blog.




Minha foto
Pós-graduado em Sistemas de Informação e Banco de dados, atualmente atua com consultoria em sistemas, SEO e marketing digital. Amante por blogs, é responsável pela administração do blog Publicidade na web.

0 comentários:

Postar um comentário

 

assine o feed


siga no Twitter


Postagens

acompanhe

Comentários

comente também